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ER Prime Odontologia

Cirurgia

Extração de Siso em Belo Horizonte

Em resumo

A extração de siso é a cirurgia que remove um ou mais terceiros molares, indicada para quem tem o dente incluso, mal posicionado, com infecção, cárie ou risco ao dente vizinho. Na Er Prime Odontologia, em Belo Horizonte, a indicação é definida após exame clínico e radiográfico, com explicação de cada etapa, anestesia local para o seu conforto e orientação detalhada para a recuperação.

O que é a extração de siso?

Siso é o nome popular dos terceiros molares, os últimos dentes de cada lado da arcada, bem no fundo da boca. A maioria das pessoas tem quatro, dois em cima e dois embaixo, mas algumas têm menos ou nenhum. Eles costumam aparecer entre o fim da adolescência e o início da vida adulta, quando a arcada muitas vezes já não tem espaço suficiente para recebê-los.

A extração de siso é a cirurgia que remove esse dente. Ela pode ser simples, quando o siso já nasceu por completo e está em boa posição, ou exigir mais etapas, quando ele está incluso (totalmente dentro do osso), semi-incluso (parcialmente coberto pela gengiva) ou impactado, encostado no dente vizinho em um ângulo que impede a erupção.

Esta página trata especificamente dos terceiros molares: quando a remoção é indicada e quando o acompanhamento é suficiente, quais exames orientam a decisão, como a cirurgia acontece, o que esperar do inchaço e como reconhecer o alvéolo seco. Quem procura extração de siso em BH costuma chegar com uma dessas dúvidas, e todas as respostas dependem de avaliação clínica individual.

Quando o siso precisa ser extraído e quando pode ficar?

Nem todo siso precisa sair. A decisão considera a posição do dente, o espaço disponível, a saúde da gengiva e do osso ao redor e a possibilidade real de higienizar a região.

Sinais que merecem avaliação

  • Dor ou pressão no fundo da boca, que pode irradiar para o ouvido ou a cabeça.
  • Gengiva inchada, vermelha ou sangrando sobre o siso que está nascendo.
  • Mau gosto, mau hálito ou secreção na região.
  • Dificuldade para abrir a boca por completo.
  • Comida presa com frequência atrás do último molar.

Situações em que a extração costuma ser indicada

  • Pericoronarite de repetição: inflamação e infecção da gengiva que cobre parcialmente o siso.
  • Cárie no siso que não pode ser tratada de forma adequada, ou cárie no segundo molar causada pelo acúmulo de placa entre os dois dentes.
  • Reabsorção da raiz do segundo molar ou perda de osso entre os dois dentes.
  • Cistos ou outras lesões associadas ao dente incluso.
  • Necessidade definida em planejamento ortodôntico, protético ou de outra cirurgia.

Quando o acompanhamento pode ser suficiente

Sisos que nasceram por completo, em boa posição, que participam da mastigação e que você consegue escovar bem podem permanecer. Sisos totalmente inclusos, sem sintomas e sem sinais de alteração nos exames, também podem ser apenas acompanhados com consultas e radiografias periódicas, conforme o critério da cirurgiã-dentista. A extração preventiva não é regra: ela é discutida caso a caso, pesando benefícios e riscos.

Como é feita a extração do siso, etapa por etapa

  1. Consulta e exame clínico. A cirurgiã-dentista ouve suas queixas, examina a região, avalia a gengiva, a abertura de boca e os dentes vizinhos e revisa seu histórico de saúde e os medicamentos que você usa.
  2. Exames de imagem. A radiografia panorâmica mostra a posição do siso, o formato das raízes e a relação com as estruturas próximas. Quando as raízes parecem muito próximas do canal do nervo alveolar inferior (responsável pela sensibilidade do lábio inferior e do queixo) ou do seio maxilar, pode ser solicitada uma tomografia computadorizada de feixe cônico, que mostra essas relações em três dimensões.
  3. Planejamento e orientações. Você recebe a explicação do que será feito, quantos dentes serão removidos por sessão, os cuidados antes do dia marcado e os possíveis riscos. Em alguns casos, exames de sangue ou contato com o médico que acompanha você podem ser necessários antes da cirurgia.
  4. Anestesia local. A região é anestesiada para o seu conforto. Durante a cirurgia, é comum sentir pressão e movimento.
  5. Acesso ao dente. Em sisos inclusos ou semi-inclusos, é feita uma pequena incisão na gengiva e, quando necessário, a remoção de parte do osso que cobre o dente.
  6. Divisão do dente, se preciso. Muitas vezes o siso é dividido em partes (odontossecção), o que permite retirá-lo com menos força e preservar mais osso ao redor.
  7. Limpeza e sutura. O alvéolo, que é o espaço onde estava o dente, é limpo, e a gengiva é suturada com pontos quando indicado. Uma gaze é colocada para você morder e ajudar a formar o coágulo.
  8. Orientações e retorno. Você recebe as orientações de pós-operatório, a prescrição quando indicada e o retorno agendado para revisão e remoção dos pontos, se eles não forem absorvíveis.

Por que extrair o siso quando há indicação, e o que acontece se adiar

Quando existe uma indicação clara, a extração trata a causa do problema em vez de apenas aliviar os sintomas. Um siso semi-incluso, por exemplo, mantém uma pequena bolsa de gengiva onde restos de alimento e bactérias se acumulam, e a pericoronarite tende a voltar enquanto o dente estiver ali.

Adiar uma extração indicada pode trazer consequências:

  • Crises de inflamação e infecção mais frequentes, que podem limitar a abertura da boca e, em casos raros, se espalhar para outras regiões do rosto e do pescoço.
  • Cárie ou perda óssea no segundo molar, dente importante para a mastigação, que pode passar a precisar de restauração, tratamento de canal ou outros tratamentos.
  • Crescimento de cistos associados ao dente incluso, que costumam evoluir sem sintomas.

A idade também pesa. Em adultos jovens, as raízes muitas vezes ainda não estão completamente formadas e o osso tende a ser menos denso, o que costuma facilitar a cirurgia e a cicatrização. Com o passar dos anos, as raízes se completam e a recuperação pode ser mais lenta. Isso não significa que todo jovem deva remover o siso, e sim que, havendo indicação, planejar com antecedência costuma ser mais tranquilo do que operar no meio de uma crise. Quando há infecção aguda, inclusive, pode ser preciso controlá-la antes de fazer a extração.

Por outro lado, quando não há indicação, a cirurgia não precisa ser feita apenas por precaução. Toda extração envolve riscos, e eles precisam ser justificados por um benefício real para a sua saúde.

Cuidados antes e depois: inchaço esperado e recuperação

Antes da cirurgia

  • Informe todos os medicamentos que você usa, principalmente anticoagulantes, antiagregantes, medicamentos para osteoporose, pressão ou diabetes. Não suspenda nenhum por conta própria.
  • Faça uma refeição leve antes, salvo orientação diferente.
  • Evite fumar e consumir bebida alcoólica nos dias anteriores e posteriores.
  • Organize sua agenda para descansar no dia e evitar esforço físico nos dias seguintes.

Nas primeiras 24 horas

  • Mantenha a gaze mordida pelo tempo orientado, sem trocá-la a todo momento.
  • Não cuspa, não faça bochechos e não use canudo: a sucção e a pressão podem deslocar o coágulo.
  • Aplique compressas frias por fora do rosto, em intervalos, conforme a orientação recebida.
  • Prefira alimentos frios ou mornos, pastosos ou líquidos, e mastigue do lado oposto.
  • Durma com a cabeça um pouco mais elevada.

O inchaço esperado

Algum inchaço é uma reação normal do organismo à cirurgia. Ele costuma aumentar nos primeiros dias, atingir o ponto máximo entre o segundo e o terceiro dia e depois diminuir gradualmente. Também podem surgir dificuldade para abrir a boca, dor nos músculos da mandíbula e manchas arroxeadas na pele do rosto ou do pescoço, que desaparecem sozinhas. A intensidade varia com a posição do dente, a duração da cirurgia e a resposta de cada pessoa.

Nos dias seguintes

  • Escove os demais dentes normalmente e a região operada com delicadeza, a partir do momento orientado.
  • Faça a higiene local da forma indicada pela cirurgiã-dentista, que pode incluir bochechos suaves após as primeiras 24 horas.
  • Use apenas os medicamentos prescritos e não tome nada por conta própria. Analgésicos, anti-inflamatórios e, quando necessário, antibióticos podem ser indicados pela cirurgiã-dentista conforme o seu caso.
  • Retome a alimentação habitual aos poucos e evite alimentos duros, crocantes, muito quentes ou com grãos pequenos que possam entrar no alvéolo.
  • Evite atividade física intensa por alguns dias.

Riscos, limitações e contraindicações

A extração de siso é uma cirurgia comum, mas toda cirurgia tem riscos. Conhecê-los ajuda você a decidir com segurança e a diferenciar o que é esperado do que precisa de atenção.

Alvéolo seco (alveolite)

Acontece quando o coágulo que se forma no alvéolo se desfaz ou se perde antes da hora, deixando o osso exposto. É mais frequente em sisos inferiores. Os sinais costumam aparecer entre o segundo e o quarto dia: dor intensa e latejante que piora em vez de melhorar, muitas vezes irradiando para o ouvido, mau hálito, gosto ruim e alvéolo com aspecto vazio. Fumar, usar canudo, bochechar com força, higiene inadequada e uso de anticoncepcional oral estão entre os fatores que aumentam o risco. O tratamento é feito no consultório, com limpeza e curativo local, e o alívio costuma ser rápido. Não tente tratar em casa.

Outros riscos

  • Sangramento prolongado, infecção da ferida e dor acima do esperado.
  • Alteração da sensibilidade do lábio inferior, do queixo ou da língua, pela proximidade com nervos. Na maior parte das vezes é temporária, mas pode durar meses e, raramente, ser permanente. A tomografia ajuda a estimar esse risco antes da cirurgia.
  • Comunicação entre a boca e o seio maxilar, em sisos superiores com raízes muito próximas dessa cavidade.
  • Dano ao dente vizinho, fratura da raiz e, muito raramente, fratura da mandíbula em dentes muito profundos.

Contraindicações e cuidados especiais

Algumas condições exigem adiar a cirurgia, ajustar o planejamento ou conversar antes com o seu médico: uso de anticoagulantes, diabetes ou pressão alta sem controle, gestação (em que cirurgias eletivas costumam ser adiadas), tratamento com medicamentos antirreabsortivos para osteoporose ou câncer, radioterapia de cabeça e pescoço, alterações de coagulação e imunidade baixa. Em casos de alta complexidade, a conduta indicada pode ser o encaminhamento a um cirurgião bucomaxilofacial.

Quando procurar atendimento de urgência

Procure um pronto-socorro ou atendimento de urgência se houver inchaço que se espalha em direção ao olho ou ao pescoço, febre alta, dificuldade para respirar ou engolir, ou sangramento que não para mesmo com compressão firme da gaze.

Quanto tempo leva a cirurgia e a recuperação?

Não existe um tempo padrão. A duração da cirurgia depende da posição do siso, da forma das raízes, da densidade do osso e de quantos dentes serão removidos na mesma sessão. Um siso já erupcionado tende a exigir menos etapas do que um dente profundo e inclinado. Essa estimativa é conversada com você no planejamento.

A recuperação também varia de pessoa para pessoa. De modo geral, os primeiros dias são os mais sensíveis, com o pico do inchaço e da limitação para abrir a boca. A gengiva fecha ao longo das semanas seguintes, e o osso continua se reorganizando por alguns meses, normalmente sem causar incômodo. Muitas pessoas retomam atividades leves em poucos dias, mas isso depende do caso, da complexidade da cirurgia e do tipo de trabalho.

Acompanhamento

  • Retorno para revisão da cicatrização e retirada dos pontos, quando não são absorvíveis, em geral por volta de uma semana após a cirurgia.
  • Contato com a clínica se a dor aumentar depois do terceiro dia, se o inchaço voltar a crescer ou se surgir mau gosto persistente.
  • Diante de sinais de alarme, como inchaço que se espalha para o olho ou o pescoço, febre alta, dificuldade para respirar ou engolir ou sangramento que não para, a orientação é procurar um pronto-socorro ou atendimento de urgência sem esperar o retorno.
  • Para sisos mantidos em observação, consultas e radiografias periódicas, no intervalo definido pela cirurgiã-dentista.
  • Manutenção da rotina de limpeza e revisões, já que a saúde do segundo molar continua importante depois da extração.

Como é a extração de siso na Er Prime Odontologia

Na Er Prime Odontologia, a extração de siso começa por uma consulta sem pressa. A Dra. Emanuelle Reis, cirurgiã-dentista e responsável técnica pela clínica (CRO-MG 43164), examina a região, analisa os exames de imagem e explica com clareza se a remoção é indicada, se o acompanhamento é suficiente e quais são os riscos no seu caso.

Com quase 10 anos de experiência clínica e mais de 5.000 pacientes atendidos ao longo da carreira, a Dra. Emanuelle conduz o planejamento de forma individual: quantos dentes remover, em quantas sessões, como se preparar e o que esperar de cada fase da recuperação. A ideia é que você saia da consulta sabendo o que vai acontecer e por quê.

A cirurgia é feita com anestesia local para o seu conforto, em ambiente acolhedor e reservado, e as orientações de pós-operatório são explicadas com calma, etapa por etapa. O retorno é agendado para acompanhar a cicatrização. Quando o caso exige outra estrutura ou outra conduta, isso é explicado com transparência e o encaminhamento adequado é indicado.

A clínica fica na Rua Serenata, 17, bairro Nossa Senhora da Conceição, em Belo Horizonte/MG, CEP 30250-000. O atendimento é com hora marcada, das 9h às 18h, e o agendamento da avaliação é feito pelo WhatsApp (31) 98718-9233.

Perguntas frequentes sobre extração de siso

Todo siso precisa ser extraído?

Não. Sisos que nasceram por completo, em boa posição e que você consegue higienizar bem podem permanecer, assim como sisos inclusos sem sintomas e sem alterações nos exames, que podem ser apenas acompanhados. A extração costuma ser indicada quando há infecção de repetição, cárie, dano ao dente vizinho, cistos ou necessidade definida em outro tratamento. A decisão depende de exame clínico e de radiografia, pesando benefícios e riscos no seu caso.

A extração de siso dói?

Durante a cirurgia, a anestesia local é aplicada para o seu conforto, e o esperado é sentir pressão e movimento, não dor aguda. Se sentir desconforto, avise para que a anestesia seja complementada. Depois que o efeito passa, é comum haver dor moderada nos primeiros dias, que costuma ser controlada com os medicamentos prescritos pela cirurgiã-dentista, quando indicados. Dor que aumenta após o terceiro dia não é o padrão e deve ser avaliada na clínica.

Quanto tempo dura o inchaço depois da extração do siso?

O inchaço costuma aumentar nos primeiros dias, chegar ao máximo entre o segundo e o terceiro dia e depois diminuir aos poucos. A intensidade depende da posição do dente, da complexidade da cirurgia e da resposta do seu organismo. Compressas frias nas primeiras horas, repouso e cabeça elevada ajudam. Se o inchaço voltar a crescer depois de ter melhorado, entre em contato com a clínica. Se ele se espalhar para o olho ou o pescoço, vier com febre alta ou com dificuldade para respirar ou engolir, procure um pronto-socorro ou atendimento de urgência.

Posso tirar os quatro sisos de uma vez?

Em alguns casos, sim, e em outros é mais prudente dividir em sessões. A escolha considera a posição e a profundidade de cada dente, a sua saúde geral, a duração estimada da cirurgia e a sua rotina para a recuperação. Remover os dois lados juntos concentra o pós-operatório em um mesmo período, mas limita a mastigação dos dois lados ao mesmo tempo. Essa definição é feita no planejamento, junto com você.

Como saber se estou com alvéolo seco?

O principal sinal é uma dor intensa e latejante que começa ou piora entre o segundo e o quarto dia após a extração, quando o esperado seria melhorar. Ela pode irradiar para o ouvido e vir acompanhada de mau hálito, gosto ruim e aspecto de buraco vazio no local. Se isso acontecer, entre em contato com a clínica: o tratamento é feito no consultório, com limpeza e curativo, e não deve ser improvisado em casa.

Quando posso voltar a comer normalmente e fazer exercícios?

A alimentação volta ao normal de forma gradual. Nos primeiros dias, prefira alimentos pastosos, frios ou mornos, e introduza texturas mais firmes conforme a abertura da boca e o conforto permitirem, evitando alimentos duros e crocantes perto da região operada. Exercícios intensos costumam ser evitados por alguns dias, porque aumentam a pressão e podem favorecer sangramento e inchaço. O momento certo para cada retomada é orientado na revisão.

Conteúdo educativo, revisado pela Dra. Emanuelle Reis (CRO-MG 43164). Não substitui a consulta: a indicação, as etapas e os cuidados de cada tratamento dependem da avaliação clínica individual.

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Rua Serenata, 17, Nossa Senhora da Conceição, Belo Horizonte · Segunda a sexta, das 9h às 18h, com hora marcada

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