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ER Prime Odontologia

Saúde bucal e tratamentos

Orientações sobre prevenção, estética e os cuidados antes e depois de cada procedimento.

Dra. Emanuelle Reis
Dra. Emanuelle ReisCirurgiã-dentista · CRO-MG 43164Conhecer a responsável técnica
Ilustração de modelo de dente e uma faceta de porcelana

Lente de contato ou faceta de porcelana: qual a diferença

Na dúvida entre lente de contato ou faceta de porcelana, a diferença principal está na espessura da peça e no desgaste do dente. A lente é uma lâmina cerâmica bem fina, com preparo mínimo ou, em casos selecionados, sem preparo. A faceta é um pouco mais espessa, costuma exigir mais desgaste e, por isso, consegue mascarar melhor manchas escuras. A escolha depende de avaliação clínica individual.

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  • Cuidados com o sorriso depois dos 40

    A saúde bucal depois dos 40 pede atenção a quatro pontos principais: desgaste dos dentes, retração da gengiva, restaurações antigas que podem se deteriorar e boca seca causada por medicamentos. Com higiene cuidadosa, consultas periódicas e avaliação individual, a maior parte dessas alterações pode ser identificada cedo e tratada de forma conservadora, preservando ao máximo a estrutura natural dos dentes e a saúde da gengiva.

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  • Gravidez e dentista: pode tratar os dentes na gestação?

    Sim, você pode ir ao dentista na gravidez, e o acompanhamento é recomendado em todas as fases da gestação. Limpezas, tratamento de gengivite e de cárie são considerados seguros quando bem indicados e, se puderem ser programados, costumam ficar para o segundo trimestre. Urgências são tratadas a qualquer momento. Radiografias são feitas só quando necessárias, com avental de proteção e protetor de tireoide. A conduta depende de avaliação clínica individual e, quando preciso, de conversa com o obstetra.

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  • Diabetes e saúde bucal: a relação de mão dupla com a gengiva

    Diabetes e saúde bucal têm uma relação de mão dupla: a glicose elevada por longos períodos aumenta o risco e a gravidade da doença gengival, e a inflamação crônica da gengiva pode dificultar o controle da glicemia. Por isso, quem convive com diabetes se beneficia de higiene cuidadosa, consultas periódicas e comunicação entre dentista e médico. Neste artigo, a Dra. Emanuelle Reis, cirurgiã-dentista, explica os sinais que merecem atenção, os cuidados no dia a dia e o que esperar da consulta.

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  • Planejamento do sorriso: como funciona cada etapa

    O planejamento do sorriso é a etapa em que a cirurgiã-dentista reúne exame clínico, fotografias, análise facial e, quando indicado, uma simulação, para definir com você quais mudanças fazem sentido e em que ordem. Ele acontece antes de qualquer procedimento estético e coloca a saúde da boca em primeiro lugar. Na Er Prime Odontologia, em Belo Horizonte, cada decisão é explicada e tomada em conjunto com o paciente.

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  • Sorriso gengival: o que é e quais as opções de tratamento

    Sorriso gengival é quando a gengiva superior aparece de forma acentuada ao sorrir, em geral mais de 3 a 4 milímetros. Ele pode ter origem na gengiva, nos dentes, no lábio ou nos ossos da face, e muitas vezes há mais de uma causa envolvida. Por isso, a opção adequada, que pode ir de um ajuste no contorno da gengiva até a ortodontia ou, em casos selecionados, a cirurgia ortognática, depende sempre de avaliação clínica individual.

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  • Quanto tempo dura uma faceta? Entenda o que influencia a durabilidade

    Não existe um prazo fixo: quanto tempo dura uma faceta depende do material (resina ou porcelana), da condição do dente, da mordida, de hábitos como o bruxismo, da higiene e das consultas de manutenção. Facetas de porcelana costumam resistir mais ao desgaste e às manchas, enquanto as de resina tendem a pedir reparos e polimentos com mais frequência. A durabilidade varia de pessoa para pessoa e deve ser estimada em avaliação clínica individual.

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  • Tratamento de canal dói? O que esperar da anestesia, do pós e dos mitos

    Na maioria dos casos, o tratamento de canal causa pouco desconforto durante o procedimento, porque é feito com anestesia local para o seu conforto. O que costuma doer é o problema que leva ao canal, como a inflamação ou a infecção da polpa do dente. Depois, é comum uma sensibilidade leve a moderada por alguns dias, geralmente controlada com a orientação do dentista. A experiência varia de pessoa para pessoa, e cada caso depende de avaliação clínica individual.

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  • Dente mole em adulto: causas e o que fazer

    Dente mole em adulto não é esperado e costuma indicar perda de sustentação do dente. As causas mais comuns são a periodontite (inflamação crônica que destrói gengiva e osso), traumas na boca e o excesso de força do bruxismo, entre outras. O que fazer: evitar mastigar com o dente, não forçá-lo e procurar avaliação odontológica o quanto antes, porque o tratamento depende da causa e do suporte que ainda existe.

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  • Gengiva retraída tem tratamento? Causas, controle e enxerto gengival

    Sim, gengiva retraída tem tratamento, mas o tecido perdido não volta a crescer sozinho. O primeiro passo é identificar e controlar a causa, como escovação traumática ou doença periodontal, para impedir que a retração avance. Em casos selecionados, o enxerto gengival pode recobrir parte ou toda a raiz exposta e reforçar a gengiva. A indicação depende de avaliação clínica individual com a cirurgiã-dentista.

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  • Dentes amarelados: o que fazer

    Dentes amarelados podem ser tratados de acordo com a causa: manchas externas costumam sair com limpeza profissional, enquanto o amarelado da própria estrutura do dente pode responder ao clareamento dental supervisionado pelo cirurgião-dentista. Antes de qualquer tratamento, a avaliação clínica identifica a origem da cor, verifica cáries, gengiva e restaurações e define se o clareamento é indicado, quais são os seus limites e que hábitos ajudam a manter o resultado.

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  • Manchas nos dentes: causas e tratamentos

    Manchas nos dentes podem ser extrínsecas, quando pigmentos de café, chá, vinho, tabaco ou placa se depositam na superfície do esmalte, ou intrínsecas, quando a alteração de cor está dentro da estrutura do dente, como na fluorose, após traumas ou pelo uso de certos medicamentos na infância. O tratamento varia de limpeza profissional e clareamento a microabrasão, resinas e facetas, sempre após avaliação clínica individual.

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  • Enxaguante bucal faz mal? O que considerar antes de usar

    Enxaguante bucal não faz mal quando usado com indicação e da forma correta, mas também não substitui a escova e o fio dental. Fórmulas com álcool podem causar ardência e ressecamento em pessoas sensíveis, e antissépticos como a clorexidina devem ser usados por tempo limitado, sob orientação. A escolha do produto depende da avaliação da sua boca, do risco de cárie e da saúde da gengiva.

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  • Fio dental ou escova interdental: quando usar cada um

    Escova interdental ou fio dental: a escolha depende do espaço entre os dentes. O fio dental funciona melhor em contatos apertados, enquanto a escova interdental tende a limpar com mais eficiência espaços maiores, regiões com retração gengival, pontes, aparelhos e implantes. Muitas pessoas se beneficiam dos dois, cada um no lugar certo. O tamanho da escova e a técnica devem ser orientados pelo dentista após avaliação clínica.

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  • Como escovar os dentes do jeito certo

    Para escovar os dentes corretamente, use escova de cerdas macias e creme dental com flúor, incline as cerdas a cerca de 45 graus em direção à gengiva e faça movimentos curtos e suaves, limpando todas as faces dos dentes por cerca de dois minutos, pelo menos duas vezes ao dia. Complete com fio dental e limpeza da língua. A Dra. Emanuelle Reis, da Er Prime Odontologia, em Belo Horizonte, explica cada etapa.

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  • Primeira consulta do bebê no dentista: quando levar e o que esperar

    A primeira consulta odontológica do bebê deve acontecer quando surge o primeiro dente ou, no máximo, até o primeiro aniversário. Nessa visita, o cirurgião-dentista examina gengivas e dentes, avalia o risco de cárie e orienta os pais sobre higiene, alimentação, mamadeira e chupeta. É um encontro curto e tranquilo, voltado à prevenção, que ajuda a criança a se familiarizar com o consultório desde cedo.

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  • O que comer depois do implante dentário: fases da alimentação e cuidados

    Depois do implante dentário, a alimentação começa com líquidos e pastosos frios ou em temperatura ambiente nas primeiras 24 a 48 horas, passa para alimentos macios na primeira semana e volta aos poucos ao normal conforme a cicatrização, sempre evitando mastigar sobre a região operada. O tempo de cada fase varia e depende da orientação da cirurgiã-dentista, do tipo de cirurgia e da sua recuperação.

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  • Cuidados depois da extração do siso: o que fazer nos primeiros dias

    Os cuidados pós-extração de siso se concentram nas primeiras 24 a 72 horas: morder a gaze para controlar o sangramento, aplicar gelo por fora do rosto, comer alimentos frios e macios, evitar cuspir, bochechar com força, usar canudo e fumar, e seguir a prescrição do cirurgião-dentista. Esses cuidados protegem o coágulo, ajudam a controlar o inchaço e permitem reconhecer cedo os sinais de alarme que pedem atendimento.

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  • Dor na mandíbula: pode ser DTM?

    Sim, a dor na mandíbula pode ser sinal de DTM (disfunção temporomandibular), principalmente quando vem com estalos, cansaço ao mastigar ou dificuldade para abrir a boca. Mas ela também pode ter outras origens, como dor de dente, inflamação na gengiva, siso, sinusite ou problemas no ouvido. Por isso, o diagnóstico depende de avaliação clínica individual com a cirurgiã-dentista, e de exames quando necessário.

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  • Sinais de que você range os dentes à noite

    Os sinais de bruxismo mais comuns são dor ou cansaço na mandíbula ao acordar, dor de cabeça pela manhã, dentes desgastados ou lascados, sensibilidade sem cárie aparente e o ruído de ranger percebido por quem dorme ao lado. Como a pessoa raramente percebe o hábito durante o sono, a confirmação depende de avaliação com cirurgião-dentista e, em alguns casos, de exame do sono.

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  • Dor de dente à noite: o que fazer até a consulta

    Para aliviar a dor de dente à noite até a consulta, mantenha a cabeça elevada, faça compressas frias por fora do rosto em intervalos, higienize a região com delicadeza e evite alimentos muito quentes, gelados ou doces. Não coloque comprimidos sobre a gengiva nem use remédios caseiros. Inchaço que se espalha, febre ou dificuldade para engolir ou respirar pedem pronto-socorro. A causa precisa de avaliação com cirurgiã-dentista.

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  • Dente quebrou: o que fazer, como guardar o fragmento e quando é urgente

    Se um dente quebrou, o primeiro passo é manter a calma, enxaguar a boca com água, conter o sangramento com gaze, guardar o fragmento úmido em leite, soro fisiológico ou água e procurar um cirurgião-dentista o quanto antes. Dor intensa, ponto avermelhado na fratura e dente mole ou fora do lugar indicam urgência. O tratamento depende de avaliação clínica e, muitas vezes, de radiografia.

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  • Dente sensível ao gelado: causas e o que fazer

    Dente sensível ao gelado costuma acontecer quando a dentina, camada interna do dente, fica exposta por desgaste do esmalte, retração da gengiva ou escovação com força. Uma pontada curta que passa logo após o estímulo geralmente indica sensibilidade dentinária. Já a dor que demora a passar, aparece sozinha ou piora à noite pode sinalizar cárie, trinca ou inflamação do nervo e pede avaliação com o dentista.

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  • Mau hálito: causas e quando procurar o dentista

    O mau hálito, na maior parte dos casos, tem origem na própria boca: resíduos acumulados na língua, inflamação da gengiva, tártaro, cáries e boca seca são as causas mais frequentes. Em uma parcela menor, ele está ligado a amígdalas, sinusite, refluxo ou doenças sistêmicas. Quando o odor persiste mesmo com boa higiene, vale procurar o dentista para identificar a causa e indicar o tratamento adequado.

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  • Sangramento na gengiva: o que significa e quando procurar o dentista

    Na maioria das vezes, a gengiva sangrando indica inflamação, e a causa mais comum é a gengivite, provocada pelo acúmulo de placa bacteriana junto à linha da gengiva. Ela costuma ser reversível com limpeza profissional e higiene adequada. Quando o sangramento persiste, pode sinalizar periodontite, efeito de medicamentos ou alterações de saúde geral, por isso merece avaliação com um cirurgião-dentista.

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  • Alinhador transparente ou aparelho fixo: qual é indicado para você

    A escolha entre alinhador ou aparelho fixo depende do tipo de problema na mordida, da complexidade dos movimentos necessários e da sua disposição para seguir as orientações de uso. Alinhadores transparentes costumam atender bem casos leves a moderados em pacientes disciplinados, enquanto o aparelho fixo tende a ser mais previsível em movimentos complexos. A indicação final vem sempre de uma avaliação clínica individual, com exames quando necessário.

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  • Clareamento caseiro ou de consultório: diferenças, sensibilidade e cuidados

    O clareamento caseiro e o de consultório usam o mesmo princípio, um gel à base de peróxido, mas diferem na concentração, no tempo e na forma de aplicação. O caseiro usa moldeiras sob medida e gel de menor concentração por algumas semanas; o de consultório usa gel mais concentrado, aplicado na clínica com proteção da gengiva. Nos dois casos, a indicação e o acompanhamento do cirurgião-dentista são indispensáveis.

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  • Implante ou prótese: como decidir com base em critérios clínicos

    Implante, ponte fixa e prótese removível podem repor dentes perdidos, e a escolha entre implante ou prótese depende de critérios clínicos: quantidade de osso, saúde da gengiva, estado dos dentes vizinhos, número de dentes ausentes, condições gerais de saúde e hábitos como fumo e bruxismo. Não existe opção certa para todos. A indicação sai de avaliação clínica individual, com exames de imagem quando necessário, feita por cirurgiã-dentista.

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  • De quanto em quanto tempo ir ao dentista: o intervalo certo para você

    Não existe um intervalo único para todos: a frequência ideal das visitas ao dentista depende do seu risco individual de cárie, doença gengival e outros problemas bucais. Muitas pessoas se beneficiam de revisões a cada seis meses, enquanto outras precisam voltar em três ou quatro meses, e quem tem risco baixo pode espaçar mais. Quem define esse intervalo é a cirurgiã-dentista, após avaliação clínica, e ele pode mudar ao longo do tempo.

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  • Como escolher um dentista em Belo Horizonte

    Para escolher um dentista em BH, confira se o profissional tem registro ativo no CRO-MG, se ele examina com calma e explica o diagnóstico, se apresenta o plano de tratamento por escrito com alternativas e riscos, e se o consultório segue normas de biossegurança. Transparência nas conversas e liberdade para tirar dúvidas também pesam. Este guia mostra o que observar em cada ponto.

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